Olá Bibliófilos!

Outubro chegou… e com ele o Halloween! Apesar de ser uma tradição mais comum nos países de língua anglo-saxônica (em especial nos EUA) a festa tem se popularizado cada vez mais por aqui também!

O Halloween ou Dia das Bruxas é comemorado no dia 31 de outubro, mas os festejos costumam ocorrer durante todo o mês. E para não deixar a data passar em branco nós decidimos fazer posts especiais recheados de conteúdos e indicações de leituras trevosas aqui no blog! E para começar quero dar algumas dicas de HQs de terror, que por sinal estão em alta no mercado editorial.

Tem coragem? Então leia esse post até o fim….

 

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[DICAS] Coleção Funesto (Editora Estronho)

“Não haveria perdão. Não haveria clemência. Só sangue e fogo. (Pecado original, pg. 77)

Quando coloquei os olhos na “Coleção Funesto” da Editora Estronho, não havia a mínima possibilidade de não ler e ter esses livros na minha estante. Espaço que aliás, tem um coração grande e sempre cabe mais um… dois… três… Enfim, a questão é que não passei vontade, e praticamente os devorei quando chegaram.

A coleção recebeu o nome que a define perfeitamente. São contos sombrios que mexem com a imaginação e perturbam a mente do leitor.

Todos os textos foram escritos, e muito bem escritos, somente por mulheres. Assim como eu, fãs do lado sombrio na literatura, o que me deixou muito orgulhosa.

Fora esse ponto, a qualidade dos livros é excelente. Orelhas maiores que o padrão, papel pólen, citações…  detalhes que fazem diferença e deixa claro a consideração que a Estronho teve com o seu leitor.

Conheci a editora por acaso, “passeando” pela internet, e desde a primeira compra ganhou o meu respeito.

Se você faz parte desse público aficionado por terror e horror, vale a pena conhecer!!! 

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[SÉRIES] Vamos falar sobre Supermax?

“Agora é cada um por si.”

– Supermax

 

Olá Bibliófilos!

 

Hoje vou falar sobre uma série cujo lançamento causou frisson na internet e gerou muita expectativa entre o público: Supermax, produzida pela Rede Globo é a primeira série de terror brasileira exibida em um canal aberto.

A trama tem como ponto de partida um reality show nada convencional filmado em uma prisão de segurança máxima desativada no meio da floresta amazônica. Os 12 participantes que disputam o prêmio de 2 milhões de reais tem uma coisa em comum: todos eles já foram condenados por algum crime.

Tudo parece ir bem até que no dia seguinte a estreia do reality os participantes percebem que perderam contato com a produção do programa. A partir daí coisas estranhas começam a acontecer fazendo com que eles já não saibam mais o que é ou não realidade.

 

Supermax - logo

Logo de cara podemos perceber que houve sim alguma inspiração em séries americanas de sucesso como The Walking Dead, America Horror History, True Detective, Supernatural e Lost. Mas isso não chega a estragar a trama, as referências estão ali, mas há também muita coisa original, além disso quando a TV aberta brasileira resolve investir em uma série de terror, temos que dar pelo menos uma chance.

Não pretendo dar spoilers, então elaborei uma relação de motivos pelos quais acredito que Supermax merece sua atenção. Bora ver?

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Olá Terrófilos!!!

 

É impossível falar do livro, sem trazer o que o gerou. Ou seja, o filme “A Noite dos Mortos Vivos”, que nada mais é do que um clássico do gênero terror. Considerado um grande sucesso depois da sua estreia no cinema americano, em 1968. A produção desse primeiro filme, realizado com baixo orçamento, faturou milhões dentro e fora do EUA, se tornando referência dos clássicos terror cult. Foi considerado um divisor de águas do gênero, e causou um certo alvoroço na época, tendo sua exibição quase impossibilitada de acontecer, por conter cenas consideradas explícitas de violência e morte. Segundo o autor da obra, John Russo, a inspiração do roteiro surgiu de clássicos pelos quais era fã, como Drácula, Frankenstein e Lobisomem, mas principalmente por estar cansado de ver filmes que considerava ruins, e que o deixavam frustrado, porque os monstros nunca apareciam por completo, e as cenas que deveriam ser as mais horripilantes, eram cortadas.  

O livro está divido em duas partes, “A noite dos mortos vivos” e “A volta dos mortos vivos”. A primeira inicia com dois irmãos, Johnny e Bárbara, que no filme são interpretados por Russel W. Streiner, sendo ele um dos produtores, e pela atriz Judith O’Dea, que partem de carro a caminho da região rural da Pensilvânia, com o intuito de chegarem ao cemitério local e visitarem a sepultura do pai, falecido já há alguns anos. Por se perderem durante o caminho, eles chegam ao destino já no começo da noite, e é dentro deste cenário clássico de terror, que o leitor tem o contato inicial com um morto vivo. A cena é bem previsível logo nas primeiras páginas, e funciona mais como um ponto para o desenrolar do enredo.   

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[RESENHA] Demonologista (Andrew Pyper)

O poder demoníaco procede não do mal. Mas do conhecimento das coisas.

 

Olá Terrófilos…

Até onde você iria, para tentar salvar alguém que ama? Iria ao inferno se fosse necessário?

Pela sua filha, David chegou muito perto…

 

Ouvi muitas críticas em relação a esse livro. Muitas boas, outras nem tanto. Tive a impressão de que o título “O Demonologista” levou a mente de muitos leitores imaginar que a história se tratava de uma série de exorcismos, ou algo que remetesse a brigas com demônios, meio que parecido com John Constantine, mas é totalmente diferente.

Comecei a leitura sem grandes expectativas, para evitar frustrações, mas o que aconteceu a partir de cada linha lida, foi que me tornei prisioneira da história. Prisioneira, não de uma forma ruim, mas daquele jeito que você se envolve tanto com o enredo, que não consegue desgrudar do livro a fim de saber o final da história.

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