“Em um mundo onde a maioria das pessoas pode enxergar com perfeição, poucos são aqueles que realmente veem”.

 

Muitas vezes ouvimos alguém dizer que a história de um determinado livro é clichê. Então eu gostaria de propor um questionamento: tudo o que é clichê é ruim? Sério, vamos parar para pensar um pouco e logo chegaremos a conclusão que não, nem tudo o que é clichê é ruim. Aliás, tem muito clichê por aí – livros, filmes, séries – que todo mundo ama!

 

Mas porque estou falando sobre clichê em uma resenha? Porque o livro Como eu imagino você do brasileiro Pedro Guerra tem todos os ingredientes de um bom clichê, daqueles que a gente ama e que deixam aquele “quentinho” no coração. Todo mundo precisa desse tipo de leitura de vez em quando: uma história fofa, leve e divertida para aquecer o coração.

 

“O mundo é cego. Ninguém se importa com as histórias dos outros. Somos todos videntes para aquilo que nos importa e só isso.”

 

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“E foi assim que começou a famosa Lista Negra: como uma piada. Uma forma de descarregar a frustração. No entanto, ela acabou se transformando em algo que eu nem imaginava” (pag. 85)

 

Bullying, palavra tão presente nos dias de hoje. Ouvimos sobre o assunto na TV, lemos sobre isso nos jornais, ouvimos casos e relatos reais o tempo todo. A palavra está sempre associada a sofrimento e não raro a tragédias.

 

O bullying é um assunto indigesto, mas que precisa ser falado, discutido, tratado. E é isso que a autora Jennifer Brown faz nas páginas de seu livro A Lista Negra. Fala do bullying e de como sua prática pode destruir pessoas e vidas, inserindo um tema tão dramático e com carga psicológica tão forte em uma narrativa juvenil.Continue lendo

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