Olá Bibliófilos!

Hoje quero compartilhar com vocês algumas citações de um livro incrível que acabei de ler: Sobre a escrita de Stephen King (depois desse livro eu fiquei mais fã ainda!). Eu gosto bastante do gênero que ele escreve, que é um  suspense mesclado com toques de fantasia e terror, mas sou ainda mais fã do seu estilo de escrita.

Independente de gostar ou não do tipo de livro que ele escreve temos de admitir que o cara é um dos escritores mais produtivos e bem sucedidos da atualidade. E é justamente sobre a arte da escrita que King se propõe a escrever nesse livro.

O autor nos conta, num tom de conversa bem informal, como é a experiência da escrita e como o processo de criar uma história e colocá-la no papel funciona para ele. Stephen King compartilha conosco suas experiências pessoais e narra alguns acontecimentos de sua vida relacionados a rotina de escritor.

Mas o mais incrível desse livro são algumas técnicas e conselhos que ele dá a quem quer aprimorar suas habilidades na escrita. Se você, assim como eu, apenas gosta de escrever ou até mesmo para aqueles que pretendem fazer da escrita sua profissão vale a pena conferir algumas citações de Sobre a Escrita que são verdadeiros conselhos, afinal não custa nada ouvir umas dicas de um mestre da escrita como Stephen King!

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Olá Bibliófilos!

Hoje quero falar com quem gosta de escrever! Se você já rabisca seus próprios escritos e gostaria de compartilhá-los com o mundo, que tal participar de concursos literários? Pois é, existem muitos concursos realizados por editoras, revistas e entidades que apoiam e divulgam a leitura. Alguns possuem premiações em dinheiro e até a inclusão dos contos selecionados em livros a serem publicados!

Nós aqui do Leia com a gente já nos aventuramos na escrita de contos (alguns já publicados aqui no blog) e o retorno tem sido gratificante! Quando se escreve um texto é legal compartilhar por aí! Para os escritores iniciantes é uma ótima oportunidade de divulgar sua obra e até para quem não tem pretensões literárias mas gosta de escrever, é uma experiência bem bacana.

Para dar uma forcinha aos amantes da escrita, fiz um apanhado de concursos literários com inscrições abertas entre os meses de junho e setembro. Confira como participar e arrisque-se!

 

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[CONTO] Receita de Família (Michele Lebre)

 Se tinha uma coisa da qual Zé se orgulhava era de seus pastéis, com eles ganhava a vida e conseguia manter a família. A rotina como feirante era cansativa, mas Zé e sua esposa Mila nunca foram de fazer corpo mole e madrugavam em uma tradicional feira na metrópole paulista. Seus pastéis eram famosos e vinha gente de todos os cantos só para prová-los. Zé prezava pela qualidade, fritura sequinha e um recheio generoso.

Foi em uma manhã de outono que as coisas começaram a mudar para Zé. Já tinha ouvido rumores de que haveria uma nova banca de pastel na feira, mas não deu muita importância, afinal sua fama já estava consolidada e duvidava que seus clientes trocassem seus pastéis pelos de um desconhecido.

Passadas algumas semanas, Zé notou seu número de clientes diminuir. Foi então que sua esposa chegou com a notícia de que a nova banca de pastel estava lotada. Zé se recusava a acreditar, então decidiu ir ver com seus próprios olhos. Esgueirou-se até a banca de pastel concorrente e ficou chocado com o que viu. Ela não só estava lotada como reconheceu vários de seus clientes entre os que aguardavam na fila. Continue lendo

[CONTO] O segredo de Vitória (Gislaine Melo)

Vitória desde que se entendia por gente, sabia que tinha um problema. Segundo o diagnóstico de um dos médicos pelos quais passou, era portadora da doença chamada “dead colors”. Uma anomalia rara, que fazia com que as informações captadas pela sua retina, não fossem interpretadas corretamente pelo cérebro, fazendo com que ela enxergasse o mundo sem cor, e os seus olhos fossem apenas de um branco fantasmagórico, o que lhe dava uma aparência estranha. 

 

A doença não lhe incomodava, afinal de contas nasceu assim. O que realmente lhe incomodava era a cara de pena com que alguns a olhavam. Os cochichos e zombarias que ouvia nos corredores do colégio. Cabra-cega” era o apelido que mais lhe irritava. Pessoas sabem ser maldosas quando querem.

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