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A infância nos impõe seus desafios
— Anne with an E

 

Estou simplesmente apaixonada pela série “Anne”. Comecei a assistir como quem não quer nada. Procurando alguma coisa para me distrair aqui e ali, até que pousei os olhos naquela menina de cabelos vermelhos, e rostinho alvo cheio de sardas.

O que aconteceu??? Virei fã.

Anne, como o próprio nome da série, é a personagem principal dessa história. Uma garota órfã de 13 anos, que apesar da pouca idade, viu de perto a maldade que as pessoas podem cometer, vivendo péssimos momentos em lares adotivos pelos quais passou.  E mais uma vez, a menina é enviada a outra residência, com a missão de ajudar um casal de irmãos na ilha de Prince Edward, e ao chegar lá ela tem uma desagradável surpresa. A partir desse momento, não consegui parar, porque precisava saber o que iria acontecer depois.

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[RESENHA] Sorrisos Quebrados – Sofia Silva

“Eu acredito que sou um quadro abandonado por alguém que nunca desejou ser pintor. Alguém que me pegou quando eu era uma tela branca e, em vez de me pintar com a suavidade dos pincéis, me feriu com o lado pontiagudo. Perfurou vezes sem conta até eu ser um buraco grande em vez de uma obra de arte.”

 

A cena que abre o livro Sorrisos Quebrados já é um soco no estômago. Logo de cara o leitor é colocado frente a frente com uma mulher em desespero. Paola descreve o momento que acredita ser o da sua morte. O sentimento de agonia, impotência e finalmente a entrega ao inevitável fim. Paola não morre, mas naquela noite seu corpo e sua alma foram marcados para sempre. Paola está quebrada.

Uma sensação de agridoce me acompanhou por toda a leitura de Sorrisos Quebrados, da portuguesa Sofia Silva, pois  é um livro que causa impacto e ternura ao mesmo tempo. A escrita da autora é cativante e poética, tanto que a cada página lida tinha que marcar uma citação, pois suas frases são incríveis. Frases curtas que querem dizer muito.Continue lendo

[RABISCOS] Mensagem ao meu eu (Gislaine Melo)

Estou na onda de assistir filmes “fofíneos”. A nossa mente já é tão bombardeada com coisas ruins a maior parte do tempo, que quando posso escolher, prefiro assistir coisas que me dão prazer ou traga algo positivo.

Assisti por esses dias o filme que se chama “Para todos os garotos que já amei”, adaptação da série de livros que possui o mesmo nome, escritos por Jenny Han. Não li os livros, por isso não posso dizer nada sobre eles, mas o filme… o filme é um mimo!!!

A produção em si, não tem nada de fantástica. Achei até que as trilhas sonoras nos momentos adequados poderiam ter sido melhores, mas isso não impediu de o filme continuar sendo uma graça.

O plot é simples. Uma adolescente que escreve uma carta para cada garoto que já se apaixonou, e as mantem guardadas numa caixa em que somente ela tem acesso. De alguma forma essas cartas vão parar nas mãos desses rapazes, e aí inicia a história.

Sim, de certa forma o filme é clichê. É possível prever boa parte do que vai acontecer, mas eu pergunto e daí? Ele deixa de ser interessante por conta disso? Claro que não! O intuito é saber como vai acontecer e principalmente me divertir.

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Olá bibliófilos!

Hoje quero falar sobre um assunto um pouco diferente, mas que não deixa de ter relação com o universo de blogs literários, principalmente aqueles que tem também redes sociais como Instagram e Facebook. Precisamos falar sobre direitos autorais de fotos.

Quem tem um blog, principalmente literário, costuma produzir suas próprias fotos para ilustrar posts, postar no Instagram ou Facebook. São fotos super caprichadas onde soltamos a criatividade e o resultado são verdadeiras obras de arte! Quem produz fotos autorais sabe o trabalho que dá produzi-las: demanda tempo, trabalho, criatividade e objetos para compor os cenários. Muitas vezes requer até um certo investimento financeiro na compra de objetos, elementos cenográficos e equipamentos de iluminação.

Agora uma pausa para reflexão: o que você sentiria se uma das suas fotos, produzidas com todo o carinho para o público do seu blog e redes sociais, aparecesse postada nas redes sociais de outro blog como se fosse obra de outra pessoa? Sem que te dessem ao menos os créditos? Pois é, é triste, mas acontece e muito na blogosfera.Continue lendo

Perdão, senhor! Pela afronta… pela dúvida… preciso saber. Ser o quê? Grandes coisas não me esperam deus. Ou a morte ou a vergonha eterna. Tua palavra restringiu minhas ações, teus fiéis romperam minha inocência, tua existência arrancou meu livre-arbítrio, teu sacrifício, cordeiro, redimiu meus pecados (pg. 43)

 

Se o seu intuito é ler este livro porque deseja ver cenas de pornografia, sinto muito. Você tem duas opções, mude o seu foco ou abandone a leitura.
Sim, as memórias desse pastor contam sim com cenas de sexo, mas o foco central é outro, a história vai muito além disso.

Ao ler “Ovelha: memórias de um pastor gay” não me senti chocada com o que li, mas sim pensativa. E acredito que pela forma que o autor Gustavo Magnani escreveu, a sua intenção era justamente essa, nos fazer pensar através de uma história bem realista.

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