Perdão, senhor! Pela afronta… pela dúvida… preciso saber. Ser o quê? Grandes coisas não me esperam deus. Ou a morte ou a vergonha eterna. Tua palavra restringiu minhas ações, teus fiéis romperam minha inocência, tua existência arrancou meu livre-arbítrio, teu sacrifício, cordeiro, redimiu meus pecados (pg. 43)

 

Se o seu intuito é ler este livro porque deseja ver cenas de pornografia, sinto muito. Você tem duas opções, mude o seu foco ou abandone a leitura.
Sim, as memórias desse pastor contam sim com cenas de sexo, mas o foco central é outro, a história vai muito além disso.

Ao ler “Ovelha: memórias de um pastor gay” não me senti chocada com o que li, mas sim pensativa. E acredito que pela forma que o autor Gustavo Magnani escreveu, a sua intenção era justamente essa, nos fazer pensar através de uma história bem realista.

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[RESENHA] Pedra no Céu – Isaac Asimov

“Qualquer planeta é a Terra para aqueles que nele vivem”

Imagine que de um instante para outro você se veja num lugar muito, muito estranho e diferente de tudo o que você conhece. Você não sabe onde está e nem como foi parar lá. O sentimento de desorientação vai dando lugar ao de pânico. É para esse contexto que somos levados ao iniciar a leitura de Pedra no Céu, de Isaac Asimov.

Nosso protagonista, Joseph Schwartz, um alfaiate aposentado,  leva uma vida tranquila nos Estados Unidos da década de 50 quando, de um instante para o outro, é transportado acidentalmente para milhares de anos no futuro, como consequência de um acidente de laboratório envolvendo pesquisas nucleares. Schwartz se vê então em um lugar totalmente diferente do mundo que conhece, numa atmosfera hostil e cercado de pessoas que falam um idioma completamente desconhecido para ele.

O universo agora é composto por milhões de planetas habitados que integram o chamado Império Galáctico, que possui um governo central com sede no planeta Trantor. Schwartz ainda não sabe, mas o local estranho onde foi parar é a própria Terra, agora transformada em um planeta radioativo e quase inabitável. A Terra agora é um planeta periférico e marginalizado, os terráqueos são considerados uma raça inferior e sofrem um enorme preconceito racial por parte do restante do Império. Nosso planeta agora  não passa de uma “pedra no céu”.

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Trabalhar em uma universidade do tamanho da Unicamp tem lá suas vantagens, como por exemplo passear nos corredores de uma livraria em pleno horário de almoço.

Eu e a Michele temos essa sorte, e costumamos fazer isso com frequência, já que uma das lojas da Editora da Unicamp fica localizada simplesmente no térreo do prédio em que trabalhamos. Bom demais né!!!

Na semana passada, em uma das nossas visitinhas, nos deparamos com livros que chamaram atenção pela familiaridade das capas. Algo naqueles livros lembravam os dias em que eu viamos os títulos da querida Cosac Naify expostas nas livrarias.

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“Todos que por aqui passem protejam esta laje, pois ela guarda um documento que revela a cultura de uma geração e um marco na história de um povo que soube construir o seu próprio futuro”.

(Texto escrito no chão, na entrada do Museu Nacional, no Rio de Janeiro)

 

 

Um incêndio de grandes proporções atingiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, zona norte do Rio de Janeiro, na noite de domingo (02/09/18), destruindo sua coleção de mais de 20 milhões de itens que iam desde descobertas arqueológicas, objetos históricos a coleções de botânica. Em algumas horas 200 anos de história, da nossa história, queimou, virou cinzas… Triste do país que não conhece seu passado. Um pouquinho de nós, da nossa identidade como nação, queimou junto com o Museu Nacional.

 

Eu tinha planos de conhecer o Museu Nacional um dia, sim, estava na lista de coisas que eu queria fazer…. Afinal, ele estaria sempre lá, um dia eu iria… Não deu tempo… Agora só nos resta conhecê-lo através de fotos e vídeos, mas sabemos que não é a mesma coisa.

 

 

SAIBA QUAIS ERAM OS ITENS DO ACERVO DO MUSEU NACIONAL

SAIBA MAIS SOBRE O INCÊNDIO

 

“A cultura de um povo é o seu maior patrimônio.Preservá-la é resgatar a história, perpetuar valores,é permitir que as novas gerações não vivam sob as trevas do anonimato.”

(Nildo Lage)

 

Que a história perdoe essa nação que não soube preservá-la …

 

Fonte: Portal Agora

Olá bibliófilos!

A Bienal do Livro de SP 2018 está chegando! Faltam poucos dias para o início do evento tão aguardado pelos leitores e o Leia com a gente não poderia deixar de dar algumas dicas sobre como aproveitar ao máximo a Bienal!

Muitos seguidores tem nos enviado algumas perguntas e pedido dicas através das nossas redes sociais, então reunimos o que vocês mais nos perguntaram e criamos 5 dicas infalíveis para curtir e aproveitar o evento. Vamos conferir?

 

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