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[RESENHA] Ácido & Doce (Raphael Miguel)

Até as mais lindas rosas têm espinhos. Lembre-se disso para não ter o coração ferido” (pag.5)

 

Até que ponto as experiências vividas na adolescência são capazes de influenciar nosso caráter na vida adulta? Será que um trauma ou uma grande desilusão podem deixar cicatrizes permanentes em nossa alma, a ponto de transformar sentimentos puros em ódio? Essa é a premissa de Ácido & Doce do autor Raphael Miguel. Uma trama envolvente e atual, que mistura mistério e romance com pitadas eróticas. Tudo na medida certa.Continue lendo

[DICAS] Coleção Funesto (Editora Estronho)

“Não haveria perdão. Não haveria clemência. Só sangue e fogo. (Pecado original, pg. 77)

Quando coloquei os olhos na “Coleção Funesto” da Editora Estronho, não havia a mínima possibilidade de não ler e ter esses livros na minha estante. Espaço que aliás, tem um coração grande e sempre cabe mais um… dois… três… Enfim, a questão é que não passei vontade, e praticamente os devorei quando chegaram.

A coleção recebeu o nome que a define perfeitamente. São contos sombrios que mexem com a imaginação e perturbam a mente do leitor.

Todos os textos foram escritos, e muito bem escritos, somente por mulheres. Assim como eu, fãs do lado sombrio na literatura, o que me deixou muito orgulhosa.

Fora esse ponto, a qualidade dos livros é excelente. Orelhas maiores que o padrão, papel pólen, citações…  detalhes que fazem diferença e deixa claro a consideração que a Estronho teve com o seu leitor.

Conheci a editora por acaso, “passeando” pela internet, e desde a primeira compra ganhou o meu respeito.

Se você faz parte desse público aficionado por terror e horror, vale a pena conhecer!!! 

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“E foi assim que começou a famosa Lista Negra: como uma piada. Uma forma de descarregar a frustração. No entanto, ela acabou se transformando em algo que eu nem imaginava” (pag. 85)

 

Bullying, palavra tão presente nos dias de hoje. Ouvimos sobre o assunto na TV, lemos sobre isso nos jornais, ouvimos casos e relatos reais o tempo todo. A palavra está sempre associada a sofrimento e não raro a tragédias.

 

O bullying é um assunto indigesto, mas que precisa ser falado, discutido, tratado. E é isso que a autora Jennifer Brown faz nas páginas de seu livro A Lista Negra. Fala do bullying e de como sua prática pode destruir pessoas e vidas, inserindo um tema tão dramático e com carga psicológica tão forte em uma narrativa juvenil.Continue lendo

Esse garoto me mete medo… ele tem o mal entranhado nas veias e um olhar demoníaco… (pg. 63)

Logo de cara o que me atraiu nesse livro foi o título. Para admiradora dos gêneros terror e horror, a obra não passou despercebida aos meus olhos. 

Ao iniciar a leitura me perguntei o que poderia haver de tão bizarro em um circo? A resposta, muita coisa!

Dentro desse universo colorido e risadas de alegria, se tornou o palco de um show de horrores. Em que gritos e sangue permearam todo o ambiente.  

A história esta divida em duas partes. A primeira vai ajudar a aguçar a sua curiosidade. Mas para evitar spoiler, parto direto para a segunda.

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[RESENHA] A garota italiana (Lucinda Riley)

“Eu era feliz, e meus sonhos não iam além do pôr do sol seguinte.” (pag.12)

Olá bibliófilos!

Sim, eu confesso: sou apaixonada pela narrativa da autora irlandesa Lucinda Riley, e com A Garota Italiana não foi diferente. Adoro suas tramas que cortam o tempo e mostram a saga de gerações de uma mesma família. Os enredos que falam de amor e de ódio, esses sentimentos que muitas vezes caminham lado a lado. Outro aspecto que eu gosto muito dos  livros da autora são os cenários e culturas diferentes. Alguns livros da autora já me fizeram mergulhar nas paisagens lindas da Irlanda, na cinzenta e charmosa Inglaterra e até a exótica Índia. Agora chegou a vez da bela e alegre Itália ser palco de mais uma história de Lucinda Riley.

A garota italiana foi escrito originalmente em 1996, quando a autora era ainda muito jovem e utilizava um pseudônimo (Lucinda Edmonds) para assinar suas obras. Em 2015 seu editor sugeriu que ela resgatasse seus primeiros livros para uma reedição. Foi então que a história de Rosanna Menici e Roberto Rossini saiu das páginas amareladas de um manuscrito, passou por uma revisão da autora e foi relançado, e o resultado foi muito, muito bom. Quem conhece outros livros de Lucinda Riley vai notar logo de cara uma diferença no estilo da escrita. Ao contrário da maioria de suas histórias – narradas de forma não linear – esta segue uma ordem cronológica mais estruturada.

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