A infância nos impõe seus desafios
— Anne with an E

 

Estou simplesmente apaixonada pela série “Anne”. Comecei a assistir como quem não quer nada. Procurando alguma coisa para me distrair aqui e ali, até que pousei os olhos naquela menina de cabelos vermelhos, e rostinho alvo cheio de sardas.

O que aconteceu??? Virei fã.

Anne, como o próprio nome da série, é a personagem principal dessa história. Uma garota órfã de 13 anos, que apesar da pouca idade, viu de perto a maldade que as pessoas podem cometer, vivendo péssimos momentos em lares adotivos pelos quais passou.  E mais uma vez, a menina é enviada a outra residência, com a missão de ajudar um casal de irmãos na ilha de Prince Edward, e ao chegar lá ela tem uma desagradável surpresa. A partir desse momento, não consegui parar, porque precisava saber o que iria acontecer depois.

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[FILME] O Substituto (Tony Kaye)

“A maioria dos professores aqui em determinado ponto, acreditava que podia fazer a diferença. Eu sei como é importante ter um rumo e também ter alguém que possa ajudar a entender as complexidades do mundo em que se vive, eu mesmo não tive isso quando criança” (Henry Barthes)

Num dia desses assisti a um filme que nunca tinha ouvido falar, mas que aguçou a minha curiosidade após ver uma cena onde um professor falava com os alunos sobre o poder da leitura no desenvolvimento da criticidade de uma pessoa e sua liberdade. Essa cena que dura em torno de dois minutos, foi o suficiente para que eu o buscasse e o assistisse de imediato.

O filme se chama “O Substituto” e pela temática professor  e alunos, me fez lembrar de clássicos como “Meu mestre, minha vida”, “Ao mestre com carinho”, “Mentes Perigosas”, “Escritores da Liberdade”… Ótimos filmes que não me canso de assistir e indico de olhos fechados por serem inspiradores. Mas nesse caso, o filme é diferente. “O Substituto” tem um enredo envolvido por uma aura cinza, melancólica, e apresenta uma realidade triste por trás da vida dos profissionais e alunos da escola.

 

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“Se tem uma coisa que aprendi com o meu trabalho é que ninguém conhece ninguém.”

Olá Bibliófilos!

Quero compartilhar com vocês meu mais novo vício no quesito séries: Safe, escrita por ninguém menos que Harlan Coben, um dos principais escritores de suspenses da atualidade e produzido pela Netflix.

A série tem apenas 8 episódios e é do tipo que te prende na frente da TV, portanto minha dica é: sente para assistir com tempo, porque você só vai querer parar quando chegar ao final do oitavo episódio!

Já li alguns livros do Harlan Coben e ele é um autor que sabe escrever um bom suspense, suas tramas são intrincadas e cheias de reviravoltas e em Safe ele não decepciona os fãs do gênero.Continue lendo

Olá Bibliófilos!

Se tem um tema que sempre chama minha atenção – seja nos livros, em séries ou filmes – é tudo que diz respeito a viagem no tempo. Eu simplesmente adoro mergulhar em histórias onde é possível voltar ao passado ou viajar para o futuro. Gosto de imaginar o que aconteceria se fosse possível mudar determinados fatos históricos, impedir algum acontecimento ou poder observar a história sendo escrita no momento em que aconteceu. Aha, eu com certeza não pensaria duas vezes se tivesse a chance de entrar numa máquina do tempo, afinal se existem mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia, então por que não viajar no tempo?

E por gostar tanto do tema, acabo consumindo muito entretenimento sobre o assunto. Já li muitos livros com essa temática, acompanho séries cujos personagens são viajantes do tempo e claro, assisto muitos filmes que abordam o assunto. E é sobre filmes que eu quero falar nesse post.

Como amante do tema tenho uma lista gigante de indicações para fazer! Mas tenho que selecionar alguns então separei 5 filmes muito bons sobre viagem no tempo que eu assisti e que recomendo! Aha, e para ficar fácil de encontrar minha seleção está disponível na Netflix!

Bora conferir?

 

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“Você é o criador do seu próprio mérito. Aconteça o que acontecer, você merece!”

 

Olá Bibliófilos,

 

Todos nós, em algum momento da vida, já ouvimos a expressão que diz que você só obterá vitórias na vida por mérito próprio. Batalhamos, estudamos, nos esforçamos com o objetivo de merecer nossas conquistas não é mesmo? Mas, e se o nosso mérito não dependesse apenas de nós mesmos, mas sofresse influências externas e até mesmo manipulações? Será que conseguiríamos o que desejamos mesmo assim? Ou a meritocracia é apenas uma ilusão?

Hoje quero compartilhar com vocês minhas impressões sobre uma série cuja estreia fez muito barulho na internet: 3% (3 por cento). As expectativas eram altas não só pelo fato de ser a primeira série original brasileira produzida pela Netflix mas também pelo fato de se tratar de uma distopia, ou seja, para os padrões nacionais seria como navegar em mares desconhecidos. O resultado?, confira o post completo e o melhor de tudo: sem spoilers, eu garanto!Continue lendo

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