[RABISCOS] Mensagem ao meu eu (Gislaine Melo)

Estou na onda de assistir filmes “fofíneos”. A nossa mente já é tão bombardeada com coisas ruins a maior parte do tempo, que quando posso escolher, prefiro assistir coisas que me dão prazer ou traga algo positivo.

Assisti por esses dias o filme que se chama “Para todos os garotos que já amei”, adaptação da série de livros que possui o mesmo nome, escritos por Jenny Han. Não li os livros, por isso não posso dizer nada sobre eles, mas o filme… o filme é um mimo!!!

A produção em si, não tem nada de fantástica. Achei até que as trilhas sonoras nos momentos adequados poderiam ter sido melhores, mas isso não impediu de o filme continuar sendo uma graça.

O plot é simples. Uma adolescente que escreve uma carta para cada garoto que já se apaixonou, e as mantem guardadas numa caixa em que somente ela tem acesso. De alguma forma essas cartas vão parar nas mãos desses rapazes, e aí inicia a história.

Sim, de certa forma o filme é clichê. É possível prever boa parte do que vai acontecer, mas eu pergunto e daí? Ele deixa de ser interessante por conta disso? Claro que não! O intuito é saber como vai acontecer e principalmente me divertir.

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“Missão é isto: a consciência que cada homem tem de seu mais autentico ser, daquilo que esta sendo chamado a realizar” (pg. 7)

Ultimamente tenho voltado as origens como profissional e mergulhado em leituras dentro da Biblioteconomia. Tem sido uma ótima maneira de reciclar meu conhecimento, e por que não os utilizar em outras áreas?

Comecei pela “Missão do Bibliotecário” de José Ortega y Gasset, e acredito ter sido um ótimo início para elucidar o nosso papel como profissionais da informação.

O livro trata-se da transcrição do discurso proferido em francês por Gasset na inauguração do 2º Congresso Mundial de Bibliotecas e Bibliografia em Madrid, no dia 20 de maio de 1935. Mas, somente em 2006 a obra foi publicada em português, trabalho realizado por Antônio Agenor Briquet de Lemos, que viu a importância da disseminação das informações contidas naquelas palavras.

Gasset inicia o seu discurso diferenciando a missão pessoal da profissional, e a importância de não as confundir. Cada uma é uma, e tem o seu propósito na vida do indivíduo.

 

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[FILME] O Substituto (Tony Kaye)

“A maioria dos professores aqui em determinado ponto, acreditava que podia fazer a diferença. Eu sei como é importante ter um rumo e também ter alguém que possa ajudar a entender as complexidades do mundo em que se vive, eu mesmo não tive isso quando criança” (Henry Barthes)

Num dia desses assisti a um filme que nunca tinha ouvido falar, mas que aguçou a minha curiosidade após ver uma cena onde um professor falava com os alunos sobre o poder da leitura no desenvolvimento da criticidade de uma pessoa e sua liberdade. Essa cena que dura em torno de dois minutos, foi o suficiente para que eu o buscasse e o assistisse de imediato.

O filme se chama “O Substituto” e pela temática professor  e alunos, me fez lembrar de clássicos como “Meu mestre, minha vida”, “Ao mestre com carinho”, “Mentes Perigosas”, “Escritores da Liberdade”… Ótimos filmes que não me canso de assistir e indico de olhos fechados por serem inspiradores. Mas nesse caso, o filme é diferente. “O Substituto” tem um enredo envolvido por uma aura cinza, melancólica, e apresenta uma realidade triste por trás da vida dos profissionais e alunos da escola.

 

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[CONTO] Xeque-mate (Gislaine Melo)

Sentia as habituais borboletas batendo asas em seu estômago, ao mesmo tempo que o frio da adrenalina percorria seu corpo como uma serpente inquieta. Fecha os olhos, aspira e solta o ar lentamente. Um rito que não dispensa antes de iniciar o trabalho. Adora a sensação!

Ela desce da limusine e segue para a entrada do suntuoso Castelo de Avalon, por onde entra sem complicações com um convite falsificado. A festa que reunirá os milionários da região paulista, é de encher os olhos e esbanja luxo nos pequenos detalhes.

Se passando por uma herdeira da linhagem Lambertini, não poupa simpatia e elegância ao interagir com a nata paulistana, que se rende aos encantos da exuberante mulher de pele bronzeada, mexendo com a imaginação masculina em seu provocante longo azul.

Mas ela estava ali por um motivo, e faria qualquer coisa para conseguir. Não brinca em serviço. Foi assim que se tornou uma ladra de sucesso, sem qualquer suspeita.

Roubaria parte da fortuna do atraente bilionário Carlos D’Ávila, mas para isso precisava do código de acesso que estava gravado no globo ocular do dono da maior companhia aérea internacional.  Suas lentes de contato capturariam as informações, mediante a uma curta distância capaz de sincronizar os olhares por cinco segundos.

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Olá Bibliófilos,

Se tem uma coisa que todo leitor gosta de fazer é anotar citações literárias. Pode ser de um livro que se está lendo, de um texto que viu na internet ou até mesmo uma frase daquele autor que você gosta citada na televisão (sério, eu já fiz isso!). Eu tenho o hábito de fazer um “banco de citações”, anoto num caderninho ou marco no livro (com post-it, que fique bem claro!) e depois passo tudo para um arquivo que mantenho na nuvem, assim posso acessá-lo de qualquer lugar ou dispositivo. Como se não bastasse ainda organizo em pastas separadas por autor, livro ou tema. Vício da profissão, afinal meu lado bibliotecária fala mais alto!

E para inaugurar nossa categoria “Citações” aqui no blog, separei 5 frases incríveis de um escritor mais incrível ainda: Rubem Alves! Escritor, educador, filósofo e psicanalista que faleceu em 2014, mas deixou um legado de mais de 140 obras.  Vamos conferir? Aha e fique a vontade para copiar, postar ou apenas guardar, o importante é disseminar esses fragmentos de sabedoria!

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