[CONTO] Nome na lista (Michele Lebre)

 

“Na política não há amigos, apenas conspiradores que se unem.”
― Victor Lasky

 

 

– E na quarta-feira reuniremos a base aliada para selar esse acordo. Claro, claro, eu ligo para vossa excelência assim que tiver notícias. Um abraço. – põe o telefone no gancho.

 

– Deputado Antunes, preciso falar com o sr., é urgente!

 

– Mas o que é isso Jorge, ficou maluco, entrando assim sem se anunciar? E se eu estivesse tratando de algum assunto sigiloso!

 

– Deputado, perdoe-me, mas é muito urgente.Continue lendo

Olá Bibliófilos!

Quem aí nunca leu, postou, curtiu ou compartilhou alguma frase atribuída ao livro As Aventuras de Alice no País das Maravilhas? O clássico infantil escrito por  Lewis Carroll – que na verdade era um pseudônimo do inglês Charles Lutwidge Dodgson – foi publicado pela primeira vez em  1865 mas continua atemporal e conquistando mais leitores a cada nova geração.

O enorme sucesso das aventuras da garota chamada Alice, que cai numa toca de coelho e é transportada para um lugar fantástico povoado por criaturas peculiares deve-se não só a trama muito bem bolada, mas também aos seus diálogos inteligentes e frases filosóficas e que trazem ensinamento e reflexões mais profundas em suas entrelinhas. Não é a toa que a web está repleta de citações da obra nos mais variados contextos.

Pensando nisso separei algumas das minhas citações prediletas de Alice no País das Maravilhas. Leia, copie, compartilhe e espalhe à vontade por aí!

Continue lendo

“E foi assim que começou a famosa Lista Negra: como uma piada. Uma forma de descarregar a frustração. No entanto, ela acabou se transformando em algo que eu nem imaginava” (pag. 85)

 

Bullying, palavra tão presente nos dias de hoje. Ouvimos sobre o assunto na TV, lemos sobre isso nos jornais, ouvimos casos e relatos reais o tempo todo. A palavra está sempre associada a sofrimento e não raro a tragédias.

 

O bullying é um assunto indigesto, mas que precisa ser falado, discutido, tratado. E é isso que a autora Jennifer Brown faz nas páginas de seu livro A Lista Negra. Fala do bullying e de como sua prática pode destruir pessoas e vidas, inserindo um tema tão dramático e com carga psicológica tão forte em uma narrativa juvenil.Continue lendo

Olá Bibliófilos!

Hoje quero falar com quem gosta de escrever! Se você já rabisca seus próprios escritos e gostaria de compartilhá-los com o mundo, que tal participar de concursos literários? Pois é, existem muitos concursos realizados por editoras, revistas e entidades que apoiam e divulgam a leitura. Alguns possuem premiações em dinheiro e até a inclusão dos contos selecionados em livros a serem publicados!

Nós aqui do Leia com a gente já nos aventuramos na escrita de contos (alguns já publicados aqui no blog) e o retorno tem sido gratificante! Quando se escreve um texto é legal compartilhar por aí! Para os escritores iniciantes é uma ótima oportunidade de divulgar sua obra e até para quem não tem pretensões literárias mas gosta de escrever, é uma experiência bem bacana.

Para dar uma forcinha aos amantes da escrita, fiz um apanhado de concursos literários com inscrições abertas entre os meses de junho e setembro. Confira como participar e arrisque-se!

 

Continue lendo

[RESENHA] A garota italiana (Lucinda Riley)

“Eu era feliz, e meus sonhos não iam além do pôr do sol seguinte.” (pag.12)

Olá bibliófilos!

Sim, eu confesso: sou apaixonada pela narrativa da autora irlandesa Lucinda Riley, e com A Garota Italiana não foi diferente. Adoro suas tramas que cortam o tempo e mostram a saga de gerações de uma mesma família. Os enredos que falam de amor e de ódio, esses sentimentos que muitas vezes caminham lado a lado. Outro aspecto que eu gosto muito dos  livros da autora são os cenários e culturas diferentes. Alguns livros da autora já me fizeram mergulhar nas paisagens lindas da Irlanda, na cinzenta e charmosa Inglaterra e até a exótica Índia. Agora chegou a vez da bela e alegre Itália ser palco de mais uma história de Lucinda Riley.

A garota italiana foi escrito originalmente em 1996, quando a autora era ainda muito jovem e utilizava um pseudônimo (Lucinda Edmonds) para assinar suas obras. Em 2015 seu editor sugeriu que ela resgatasse seus primeiros livros para uma reedição. Foi então que a história de Rosanna Menici e Roberto Rossini saiu das páginas amareladas de um manuscrito, passou por uma revisão da autora e foi relançado, e o resultado foi muito, muito bom. Quem conhece outros livros de Lucinda Riley vai notar logo de cara uma diferença no estilo da escrita. Ao contrário da maioria de suas histórias – narradas de forma não linear – esta segue uma ordem cronológica mais estruturada.

Continue lendo

Leia com a gente © 2017 - Todos os direitos reservados | Desenvolvimento por Juliana Fonseca Webdesign & Ilustrações por: Gustavo Vicentini