[RESENHA] Treze (FML Pepper)

“O azar pode ser a sua ruína; a sorte também.”

 

Olá bibliófilos,

Hoje quero falar de um livro que não estava na minha lista de desejados e sobre o qual eu não tinha sequer ouvido falar, mas que caiu nas minhas mãos quase sem querer e me surpreendeu positivamente! Treze, de FML Pepper foi uma grande surpresa literária!

Ele me foi apresentado na Bienal do Livro do Rio de 2017, quando conheci a autora em um dos estandes do evento. Achei a Pepper tão simpática e empolgada e o livro tinha uma capa tão linda, que não tive dúvidas e comprei na hora! Que sorte a minha! Levei um livro incrível para a casa e ainda com uma dedicatória especial! A trama é muito boa e eu não consegui parar de ler! Com certeza virei fã da autora!

E por falar em sorte, este é o mote da trama de Treze. Será que nossos destinos estão realmente em nossas mãos ou a sorte e o azar realmente existem, e podem mudar nossas vidas num piscar de olhos? A história de Rebeca e Karl vai nos mostrar que azar e sorte podem inverter seus papéis dependendo da perspectiva sob a qual se olha.Continue lendo

“Se tem uma coisa que aprendi com o meu trabalho é que ninguém conhece ninguém.”

Olá Bibliófilos!

Quero compartilhar com vocês meu mais novo vício no quesito séries: Safe, escrita por ninguém menos que Harlan Coben, um dos principais escritores de suspenses da atualidade e produzido pela Netflix.

A série tem apenas 8 episódios e é do tipo que te prende na frente da TV, portanto minha dica é: sente para assistir com tempo, porque você só vai querer parar quando chegar ao final do oitavo episódio!

Já li alguns livros do Harlan Coben e ele é um autor que sabe escrever um bom suspense, suas tramas são intrincadas e cheias de reviravoltas e em Safe ele não decepciona os fãs do gênero.Continue lendo

Olá bibliófilos!

Imaginem o seguinte cenário: o ano é 2090 e os blogs literários continuam existindo (só que em um formato mais avançado, é claro), um habitante deste futuro navega pela internet (ou teria um outro nome agora?) a procura de dicas de leitura de ficção científica. O Google (que agora se projeta como um holograma e interage com você) apresenta uma lista de livros publicados no início do século XXI, os quais define como clássicos da ficção científica no passado.

Corta para o presente…

Sempre que falamos em literatura de ficção científica nos vem a mente grandes clássicos como Fahrenheit 451, Admirável Mundo Novo, Trilogia Fundação, Neuromancer, Uma Odisseia no Espaço, são apenas alguns exemplos de obras literárias que o gênero já ofereceu ao mundo.

Autores como Ray Bradbury, Isaac Asimov, George OrwelArthur C. Clarke, Aldous Huxley, só para citar alguns cujas obras são leituras essenciais para quem curte ou quer conhecer o gênero, tem o seu lugar de honra assegurado na literatura sci fi. No entanto, a ficção científica segue firme e forte, e uma nova geração de bons livros vêm sendo produzidos mundo afora, livros esses que poderão também ser considerados clássicos e referências da literatura de ficção científica no futuro.

Pensando nisso, pesquisei sobre o “estado da arte” da literatura científica contemporânea e me surpreendi com muita coisa boa! Trago agora uma lista com 10 livros contemporâneos que são ótimos candidatos a merecer um lugar naquela lista que o Google holográfico recomendou ao nosso leitor do futuro. Vamos conhecê-los?

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“O orgulho é um defeito muito comum. Por tudo que já li, tenho certeza de que é muitíssimo comum mesmo; a natureza humana tem uma inclinação especial para esse defeito.” (p.30)

 

Ao terminar a leitura de Orgulho e Preconceito só me vinha uma pergunta a mente: porque eu nunca tinha lido Jane Austen? Eu tenho a coleção completa publicada pela Martin Claret, mas sempre acabava postergando por um motivo ou outro, até que um belo dia, olhei para Orgulho e Preconceito, ele olhou de volta para mim e pronto, lá estava eu devorando os capítulos! Portanto se você ainda não leu este livro, por favor leia, você, que gosta de ler, não pode deixar de ter essa experiência.

Falar de Orgulho e Preconceito é ao mesmo tempo fácil e difícil. Fácil porque é um livro encantador e delicioso de ler e difícil por ser uma obra de imensa importância, e portanto qualquer resenha parece nunca estar à altura, mas vamos lá, prometo tentar honrar a escrita maravilhosa de Jane Austen.

A famosa história de amor entre Elizabeth Bennet e Mr. Darcy foi publicada em 1813 e tem como pano de fundo a vida e os costumes da sociedade inglesa no final do século XVIII. A heroína idealizada por Jane Austen é, até hoje, uma das protagonistas femininas com mais representatividade da literatura mundial.

Elizabeth é a segunda de cinco filhas do Sr. e Sra Bennet, um casal que não tem grandes posses e leva uma vida ao estilo classe média da época. Lizzie, como é chamada pelos mais próximos, não é nem a irmã mais bonita nem a mais feia, nem a mais culta nem a mais ignorante, nem a mais ingênua nem a mais maliciosa. Pode-se dizer que ela estava na média, mas EliZabeth tem algumas características que a fazem muito especial: inteligência, o senso crítico aguçado, autoconfiança e uma pitada de ironia irresistível. Esses traços da personalidade de Lizzie fazem com que ela seja considerada uma espécie de precursora do feminismo e uma mulher à frente de seu tempo.Continue lendo

Olá bibliófilos,

Hoje, dia 23 de abril, é comemorado o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais. A data foi criada para promover o prazer pelos livros e pela leitura. Essa data é muito especial, principalmente para nós, leitores apaixonados, por celebrar o poder mágico dos livros, como um elo entre o passado e o futuro e uma ponte entre gerações.

Para comemorar a data, nós resolvemos fazer uma homenagem  diferente. Uma das maneiras mais belas de se declarar um sentimento é através dos poemas e é isso que vamos fazer: declarar nosso amor pelos livros através de poemas e poesias escritos por escritores famosos, cujo tema são eles: os livros!

 

Moça carregando uma pilha de livros

Ler.
Ler sempre.
Ler muito.
Ler “quase tudo”.
Ler com os olhos, os ouvidos, com o tato, pelos poros e demais sentidos.
Ler com razão e sensibilidade.
Ler desejos, o tempo, o som do silêncio e do vento.
Ler imagens, paisagens, viagens.
Ler verdades e mentiras.
Ler o fracasso, o sucesso, o ilegível, o impensável, as entrelinhas.
Ler na escola, em casa, no campo, na estrada, em qualquer lugar.
Ler a vida e a morte.
Saber ser leitor, tendo o direito de saber ler.
Ler simplesmente ler.

(Edith Chacon Theodoro)

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