[FILME] O Substituto (Tony Kaye)

“A maioria dos professores aqui em determinado ponto, acreditava que podia fazer a diferença. Eu sei como é importante ter um rumo e também ter alguém que possa ajudar a entender as complexidades do mundo em que se vive, eu mesmo não tive isso quando criança” (Henry Barthes)

Num dia desses assisti a um filme que nunca tinha ouvido falar, mas que aguçou a minha curiosidade após ver uma cena onde um professor falava com os alunos sobre o poder da leitura no desenvolvimento da criticidade de uma pessoa e sua liberdade. Essa cena que dura em torno de dois minutos, foi o suficiente para que eu o buscasse e o assistisse de imediato.

O filme se chama “O Substituto” e pela temática professor  e alunos, me fez lembrar de clássicos como “Meu mestre, minha vida”, “Ao mestre com carinho”, “Mentes Perigosas”, “Escritores da Liberdade”… Ótimos filmes que não me canso de assistir e indico de olhos fechados por serem inspiradores. Mas nesse caso, o filme é diferente. “O Substituto” tem um enredo envolvido por uma aura cinza, melancólica, e apresenta uma realidade triste por trás da vida dos profissionais e alunos da escola.

 

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O amor se inflama, morre, se quebra, nos destroça, se reanima…. nos reanima. O amor talvez não seja eterno, mas a nós ele torna eternos…

 

Sabe aquelas histórias que te prende de tal forma, que você só consegue parar de ler quando chega ao fim? Pois é, foi isso que aconteceu com a leitura de “Azul é a cor mais quente”.

A HQ escrita e desenhada pela autora Julie Maroh traz de uma forma muito bonita e delicada o amor entre duas garotas, Clementine e Emma. Toda a narrativa é feita através das confidencias escritas por Clem em seu diário, que é lido por Emma.

Clementine conta tudo o que acontece em sua vida, desde a adolescência até a idade adulta. Seus medos, frustrações, dúvidas e desejos, e tudo tão intenso que o leitor se aproxima da personagem, e vive junto com ela cada sentimento.

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Há mais ou menos onze anos tive a pior experiência da minha vida. Foi algo obscuro, assustador, bizarro, maldito… A verdade é que nenhum adjetivo consegue definir…

Peguei na minha estante o livro “Horror na Colina de Darrington” apenas para admirar minha mais nova aquisição. Não costumo ler os livros comprados há pouco, e escolher algum que esteja à espera de ser lido há algum tempo na minha coleção. Não existe nenhuma superstição por trás disso. Apenas fico com sentimento de culpa em dar atenção ao novo queridinho, sendo que existem MUITOS outros há espera. Pura e simples mania de leitor.

Folheei algumas páginas, e todo ritual caiu por terra quando li as primeiras linhas da história. Me sentei no sofá, numa manhã tranquila de sábado, e devorei o livro literalmente.  Não consegui largar. E quando me dei conta, havia terminado a última linha com o gosto de quero mais na boca.

O enredo não fica dando voltas, o leitor se vê dentro de uma história de terror com muita ação, logo nas primeiras páginas.  É muita adrenalina.

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[DICAS] Coleção Funesto (Editora Estronho)

“Não haveria perdão. Não haveria clemência. Só sangue e fogo. (Pecado original, pg. 77)

Quando coloquei os olhos na “Coleção Funesto” da Editora Estronho, não havia a mínima possibilidade de não ler e ter esses livros na minha estante. Espaço que aliás, tem um coração grande e sempre cabe mais um… dois… três… Enfim, a questão é que não passei vontade, e praticamente os devorei quando chegaram.

A coleção recebeu o nome que a define perfeitamente. São contos sombrios que mexem com a imaginação e perturbam a mente do leitor.

Todos os textos foram escritos, e muito bem escritos, somente por mulheres. Assim como eu, fãs do lado sombrio na literatura, o que me deixou muito orgulhosa.

Fora esse ponto, a qualidade dos livros é excelente. Orelhas maiores que o padrão, papel pólen, citações…  detalhes que fazem diferença e deixa claro a consideração que a Estronho teve com o seu leitor.

Conheci a editora por acaso, “passeando” pela internet, e desde a primeira compra ganhou o meu respeito.

Se você faz parte desse público aficionado por terror e horror, vale a pena conhecer!!! 

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Esse garoto me mete medo… ele tem o mal entranhado nas veias e um olhar demoníaco… (pg. 63)

Logo de cara o que me atraiu nesse livro foi o título. Para admiradora dos gêneros terror e horror, a obra não passou despercebida aos meus olhos. 

Ao iniciar a leitura me perguntei o que poderia haver de tão bizarro em um circo? A resposta, muita coisa!

Dentro desse universo colorido e risadas de alegria, se tornou o palco de um show de horrores. Em que gritos e sangue permearam todo o ambiente.  

A história esta divida em duas partes. A primeira vai ajudar a aguçar a sua curiosidade. Mas para evitar spoiler, parto direto para a segunda.

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