“Missão é isto: a consciência que cada homem tem de seu mais autentico ser, daquilo que esta sendo chamado a realizar” (pg. 7)

Ultimamente tenho voltado as origens como profissional e mergulhado em leituras dentro da Biblioteconomia. Tem sido uma ótima maneira de reciclar meu conhecimento, e por que não os utilizar em outras áreas?

Comecei pela “Missão do Bibliotecário” de José Ortega y Gasset, e acredito ter sido um ótimo início para elucidar o nosso papel como profissionais da informação.

O livro trata-se da transcrição do discurso proferido em francês por Gasset na inauguração do 2º Congresso Mundial de Bibliotecas e Bibliografia em Madrid, no dia 20 de maio de 1935. Mas, somente em 2006 a obra foi publicada em português, trabalho realizado por Antônio Agenor Briquet de Lemos, que viu a importância da disseminação das informações contidas naquelas palavras.

Gasset inicia o seu discurso diferenciando a missão pessoal da profissional, e a importância de não as confundir. Cada uma é uma, e tem o seu propósito na vida do indivíduo.

 

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Maldita seja a sua presença

Não te quero aqui e nem agora

Por que insiste em me atormentar?

Não tem outras almas para perturbar?

Não te quero aqui… não por isso

 

Se pudesse te agarraria e te colocava fora,

Mas você é um intruso sem tempo certo para partir

 

Por que faz isso?

Se compraz com tal maldade?

Fazendo-me querer o que não posso ter

O que ganha com isso?

Não te quero aqui…

Não agora e nem por isso

[FILME] O Substituto (Tony Kaye)

“A maioria dos professores aqui em determinado ponto, acreditava que podia fazer a diferença. Eu sei como é importante ter um rumo e também ter alguém que possa ajudar a entender as complexidades do mundo em que se vive, eu mesmo não tive isso quando criança” (Henry Barthes)

Num dia desses assisti a um filme que nunca tinha ouvido falar, mas que aguçou a minha curiosidade após ver uma cena onde um professor falava com os alunos sobre o poder da leitura no desenvolvimento da criticidade de uma pessoa e sua liberdade. Essa cena que dura em torno de dois minutos, foi o suficiente para que eu o buscasse e o assistisse de imediato.

O filme se chama “O Substituto” e pela temática professor  e alunos, me fez lembrar de clássicos como “Meu mestre, minha vida”, “Ao mestre com carinho”, “Mentes Perigosas”, “Escritores da Liberdade”… Ótimos filmes que não me canso de assistir e indico de olhos fechados por serem inspiradores. Mas nesse caso, o filme é diferente. “O Substituto” tem um enredo envolvido por uma aura cinza, melancólica, e apresenta uma realidade triste por trás da vida dos profissionais e alunos da escola.

 

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O amor se inflama, morre, se quebra, nos destroça, se reanima…. nos reanima. O amor talvez não seja eterno, mas a nós ele torna eternos…

 

Sabe aquelas histórias que te prende de tal forma, que você só consegue parar de ler quando chega ao fim? Pois é, foi isso que aconteceu com a leitura de “Azul é a cor mais quente”.

A HQ escrita e desenhada pela autora Julie Maroh traz de uma forma muito bonita e delicada o amor entre duas garotas, Clementine e Emma. Toda a narrativa é feita através das confidencias escritas por Clem em seu diário, que é lido por Emma.

Clementine conta tudo o que acontece em sua vida, desde a adolescência até a idade adulta. Seus medos, frustrações, dúvidas e desejos, e tudo tão intenso que o leitor se aproxima da personagem, e vive junto com ela cada sentimento.

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Há mais ou menos onze anos tive a pior experiência da minha vida. Foi algo obscuro, assustador, bizarro, maldito… A verdade é que nenhum adjetivo consegue definir…

Peguei na minha estante o livro “Horror na Colina de Darrington” apenas para admirar minha mais nova aquisição. Não costumo ler os livros comprados há pouco, e escolher algum que esteja à espera de ser lido há algum tempo na minha coleção. Não existe nenhuma superstição por trás disso. Apenas fico com sentimento de culpa em dar atenção ao novo queridinho, sendo que existem MUITOS outros há espera. Pura e simples mania de leitor.

Folheei algumas páginas, e todo ritual caiu por terra quando li as primeiras linhas da história. Me sentei no sofá, numa manhã tranquila de sábado, e devorei o livro literalmente.  Não consegui largar. E quando me dei conta, havia terminado a última linha com o gosto de quero mais na boca.

O enredo não fica dando voltas, o leitor se vê dentro de uma história de terror com muita ação, logo nas primeiras páginas.  É muita adrenalina.

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