[RABISCOS] Mensagem ao meu eu (Gislaine Melo)

Estou na onda de assistir filmes “fofíneos”. A nossa mente já é tão bombardeada com coisas ruins a maior parte do tempo, que quando posso escolher, prefiro assistir coisas que me dão prazer ou traga algo positivo.

Assisti por esses dias o filme que se chama “Para todos os garotos que já amei”, adaptação da série de livros que possui o mesmo nome, escritos por Jenny Han. Não li os livros, por isso não posso dizer nada sobre eles, mas o filme… o filme é um mimo!!!

A produção em si, não tem nada de fantástica. Achei até que as trilhas sonoras nos momentos adequados poderiam ter sido melhores, mas isso não impediu de o filme continuar sendo uma graça.

O plot é simples. Uma adolescente que escreve uma carta para cada garoto que já se apaixonou, e as mantem guardadas numa caixa em que somente ela tem acesso. De alguma forma essas cartas vão parar nas mãos desses rapazes, e aí inicia a história.

Sim, de certa forma o filme é clichê. É possível prever boa parte do que vai acontecer, mas eu pergunto e daí? Ele deixa de ser interessante por conta disso? Claro que não! O intuito é saber como vai acontecer e principalmente me divertir.

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Perdão, senhor! Pela afronta… pela dúvida… preciso saber. Ser o quê? Grandes coisas não me esperam deus. Ou a morte ou a vergonha eterna. Tua palavra restringiu minhas ações, teus fiéis romperam minha inocência, tua existência arrancou meu livre-arbítrio, teu sacrifício, cordeiro, redimiu meus pecados (pg. 43)

 

Se o seu intuito é ler este livro porque deseja ver cenas de pornografia, sinto muito. Você tem duas opções, mude o seu foco ou abandone a leitura.
Sim, as memórias desse pastor contam sim com cenas de sexo, mas o foco central é outro, a história vai muito além disso.

Ao ler “Ovelha: memórias de um pastor gay” não me senti chocada com o que li, mas sim pensativa. E acredito que pela forma que o autor Gustavo Magnani escreveu, a sua intenção era justamente essa, nos fazer pensar através de uma história bem realista.

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Trabalhar em uma universidade do tamanho da Unicamp tem lá suas vantagens, como por exemplo passear nos corredores de uma livraria em pleno horário de almoço.

Eu e a Michele temos essa sorte, e costumamos fazer isso com frequência, já que uma das lojas da Editora da Unicamp fica localizada simplesmente no térreo do prédio em que trabalhamos. Bom demais né!!!

Na semana passada, em uma das nossas visitinhas, nos deparamos com livros que chamaram atenção pela familiaridade das capas. Algo naqueles livros lembravam os dias em que eu viamos os títulos da querida Cosac Naify expostas nas livrarias.

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“Missão é isto: a consciência que cada homem tem de seu mais autentico ser, daquilo que esta sendo chamado a realizar” (pg. 7)

Ultimamente tenho voltado as origens como profissional e mergulhado em leituras dentro da Biblioteconomia. Tem sido uma ótima maneira de reciclar meu conhecimento, e por que não os utilizar em outras áreas?

Comecei pela “Missão do Bibliotecário” de José Ortega y Gasset, e acredito ter sido um ótimo início para elucidar o nosso papel como profissionais da informação.

O livro trata-se da transcrição do discurso proferido em francês por Gasset na inauguração do 2º Congresso Mundial de Bibliotecas e Bibliografia em Madrid, no dia 20 de maio de 1935. Mas, somente em 2006 a obra foi publicada em português, trabalho realizado por Antônio Agenor Briquet de Lemos, que viu a importância da disseminação das informações contidas naquelas palavras.

Gasset inicia o seu discurso diferenciando a missão pessoal da profissional, e a importância de não as confundir. Cada uma é uma, e tem o seu propósito na vida do indivíduo.

 

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Maldita seja a sua presença

Não te quero aqui e nem agora

Por que insiste em me atormentar?

Não tem outras almas para perturbar?

Não te quero aqui… não por isso

 

Se pudesse te agarraria e te colocava fora,

Mas você é um intruso sem tempo certo para partir

 

Por que faz isso?

Se compraz com tal maldade?

Fazendo-me querer o que não posso ter

O que ganha com isso?

Não te quero aqui…

Não agora e nem por isso

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