O amor se inflama, morre, se quebra, nos destroça, se reanima…. nos reanima. O amor talvez não seja eterno, mas a nós ele torna eternos…

 

Sabe aquelas histórias que te prende de tal forma, que você só consegue parar de ler quando chega ao fim? Pois é, foi isso que aconteceu com a leitura de “Azul é a cor mais quente”.

A HQ escrita e desenhada pela autora Julie Maroh traz de uma forma muito bonita e delicada o amor entre duas garotas, Clementine e Emma. Toda a narrativa é feita através das confidencias escritas por Clem em seu diário, que é lido por Emma.

Clementine conta tudo o que acontece em sua vida, desde a adolescência até a idade adulta. Seus medos, frustrações, dúvidas e desejos, e tudo tão intenso que o leitor se aproxima da personagem, e vive junto com ela cada sentimento.

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Há mais ou menos onze anos tive a pior experiência da minha vida. Foi algo obscuro, assustador, bizarro, maldito… A verdade é que nenhum adjetivo consegue definir…

Peguei na minha estante o livro “Horror na Colina de Darrington” apenas para admirar minha mais nova aquisição. Não costumo ler os livros comprados há pouco, e escolher algum que esteja à espera de ser lido há algum tempo na minha coleção. Não existe nenhuma superstição por trás disso. Apenas fico com sentimento de culpa em dar atenção ao novo queridinho, sendo que existem MUITOS outros há espera. Pura e simples mania de leitor.

Folheei algumas páginas, e todo ritual caiu por terra quando li as primeiras linhas da história. Me sentei no sofá, numa manhã tranquila de sábado, e devorei o livro literalmente.  Não consegui largar. E quando me dei conta, havia terminado a última linha com o gosto de quero mais na boca.

O enredo não fica dando voltas, o leitor se vê dentro de uma história de terror com muita ação, logo nas primeiras páginas.  É muita adrenalina.

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[DICAS] Coleção Funesto (Editora Estronho)

“Não haveria perdão. Não haveria clemência. Só sangue e fogo. (Pecado original, pg. 77)

Quando coloquei os olhos na “Coleção Funesto” da Editora Estronho, não havia a mínima possibilidade de não ler e ter esses livros na minha estante. Espaço que aliás, tem um coração grande e sempre cabe mais um… dois… três… Enfim, a questão é que não passei vontade, e praticamente os devorei quando chegaram.

A coleção recebeu o nome que a define perfeitamente. São contos sombrios que mexem com a imaginação e perturbam a mente do leitor.

Todos os textos foram escritos, e muito bem escritos, somente por mulheres. Assim como eu, fãs do lado sombrio na literatura, o que me deixou muito orgulhosa.

Fora esse ponto, a qualidade dos livros é excelente. Orelhas maiores que o padrão, papel pólen, citações…  detalhes que fazem diferença e deixa claro a consideração que a Estronho teve com o seu leitor.

Conheci a editora por acaso, “passeando” pela internet, e desde a primeira compra ganhou o meu respeito.

Se você faz parte desse público aficionado por terror e horror, vale a pena conhecer!!! 

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Esse garoto me mete medo… ele tem o mal entranhado nas veias e um olhar demoníaco… (pg. 63)

Logo de cara o que me atraiu nesse livro foi o título. Para admiradora dos gêneros terror e horror, a obra não passou despercebida aos meus olhos. 

Ao iniciar a leitura me perguntei o que poderia haver de tão bizarro em um circo? A resposta, muita coisa!

Dentro desse universo colorido e risadas de alegria, se tornou o palco de um show de horrores. Em que gritos e sangue permearam todo o ambiente.  

A história esta divida em duas partes. A primeira vai ajudar a aguçar a sua curiosidade. Mas para evitar spoiler, parto direto para a segunda.

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[TEXTO] MÃES… (Gislaine Melo)

Mães não são super heroínas, não tem grandes poderes, não são anjos descidos do céu, nem seres misticos capazes de mudar o mundo com pó mágico.

Assim, seria fácil ser mãe, e na real não é.

Mães são mulheres com qualidades e defeitos, com sonhos e vontades.

Que também erram e não tem todas as respostas do mundo.

Sentem medo, raiva, insegurança e tristeza.

Ser mãe é também se cansar, desistir ou postergar alguns planos, ficar em segundo plano e muitas vezes ser incompreendida.

Ser mãe é uma escolha e não um dom.

Tem mães que escolheram ser mães dos filhos daquelas que não quiseram ser mães.

Outras escolheram enfrentar qualquer situação mesmo diante da adversidade.

Ser mãe não é simplesmente colocar uma criança no mundo, é se doar, sem nunca esperar nada em troca.

É se sentir feliz com coisas que parecem pequenas, um sorriso, um abraço, atenção.

É sentir orgulho e realização com as conquistas e alegrias do filho, é ser capaz de dar a sua vida literalmente se for necessário.

É tirar forças da onde não tem, é sentir dor e mesmo assim sorrir, é ter a certeza diante de tudo que mais ganhou do que perdeu.

Porque ser mãe é simplesmente amar além do que é possível imaginar.

FELIZ DIA DAS MÃES!!!

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